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JUN 04 2011
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Produtos fantásticos: Chave programável micro-controlada (timer programável) - DX SKU 36265

Esse produto é sem dúvida fantástico, não só pela utilidade e preço baixo, cerca de US$ 12, mas também pela versatilidade de uso. Ele pode alimentar qualquer equipamento elétrico, controlando a entrada de energia, como um interruptor. E dá uma infinidade de possibilidades para automação em geral.

 

 

Com ele é possível ligar desde uma lâmpada a um motor elétrico, ou seja, qualquer carga resistiva (até 25A) ou indutiva (até 20A). E a instalação é simples, qualquer pessoa que tenha noções de instalações elétricas é capaz de fazê-la.

timer programavel

Apesar de o equipamento ser bonitinho, e ter os buracos para fixação em parede, eu não o deixaria acessível como um interruptor porque as conexões não são totalmente fechadas, comprometendo o isolamento da rede elétrica. Porém ele é perfeito para deixar num quadro de energia ou numa caixa de passagem maior.

Ele existe na opção 220v e 110v. E também na cor branca (220v e 110v), sendo pouca coisa mais caro. A configuração é também muito simples, possui 10 bancos de memória, que programam a hora de ligar e em seguida desligar, podendo configurar também os dias da semana em que ocorrerão as ações.

Os programas ficam guardados mesmo se a energia elétrica cessar momentaneamente, graças a uma bateria interna. Em meus testes a bateria ficou mais de um mês alimentando o circuito e mesmo assim não se esgotou.

Exemplos de programação:

  • Ligar (SE - QUA - SEX) 18:00 | Desligar (SE - QUA - SEX) 00:00
  • Ligar (TER - QUI - SAB) 18:30 | Desligar (SE - QUA - SEX) 01:00
  • Ligar (DOM) 18:45 | Desligar (DOM) 01:00
  • Ligar (SE - TER - QUA - QUI - SEX - SAB - DOM) 14:00 | Desligar (SE - TER - QUA - QUI - SEX - SAB - DOM) 15:00
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Assunto: Comprei na China | Comentários(3) | Postado por André EXPANDIR
ABR 27 2011
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Momento de austeridade: Sou dependente Ubuntu

Já ouvi alguém dizer "Você usa Windows? Então você é usuário de drogas...". E foi essa frase que me inspirou o título "Sou dependente Ubuntu". Bom, o assunto aqui que tratarei é o seguinte, já se passa mais de um ano que minha máquina só roda o Windows na VM. Neste ponto, posso dizer que sou um dependente Ubuntu, não posso mais viver sem ele, e de maneira análoga sou independente do Windows, que agora só está na VM por motivos de compatibilidade!

Quando se fala em sistemas operacionais a comparação é inevitável, se o assunto for Windows e alguém da roda utilizar o Linux, ou vice-versa, sempre vai ocorrer um comentário comparativo, fato! E comparar nunca foi problema, na verdade é bom, o que ultimamente eu não ando suportando é pessoas comentarem a respeito de algo que elas não conhecem!

Como o momento é de austeridade, eu não vou poupá-la; Hoje durante a aula ocorreu que o professor precisou fazer uma busca por um arquivo cujo atalho estava quebrado isso culminou numa discussão a respeito de qual seria o melhor OS, afinal alguém comentou que não utilizava mais o Windows XP (que não procura bem os arquivos), usava o Windows 7, e que o dito encontra os arquivos devido ao novo sistema de indexação. Eu que não pude deixar de comentar, disse que o Linux acha qualquer arquivo com um simples comando de linha, e que poderia até atualizar o arquivo de indexação manualmente se achasse necessário. E tudo isso sem triplicar o tempo que leva para arquivos serem copiados de um pen drive.

Bom, não sei como isso aconteceu, mas rapidamente o assunto se desviou para o sistema de arquivos, e o cara do Windows 7 argumentou dizendo que o sistema Windows 7 é mais econômico em consumo de energia, pois segundo ele o HD com NTFS movia menos o braço que um HD com EXT4. Eu não sei como ele chegou a essa conclusão, provavelmente por ter lido a respeito do NTFS em algum lugar, porém não tive como contra-argumentar sem ter testado ou visto em alguma fonte confiável.

Porém qualquer um que pensar bem, vai facilmente perceber que mesmo se o NTFS mover menos o braço, o Windows 7 estraga a dita economia de energia, porque o sistema gasta um tempo danado com o arquivo de indexação, e se ele está escrevendo algum dado, e mexendo o braço, ele gasta energia. Então pensando em termos gerais, o Linux é muito mais eficiente para esta tarefa!

O problema do criticar sem conhecer se dá nessas horas, por expor uma opinião obtida por conclusões falaciosas, sem conhecimento próprio. É claro que durante a discussão os mais neutros lavaram suas mãos dizendo "Não existe melhor ou pior, e sim o mais adequado pra cada tarefa". Dizendo também que o Linux é bom pra servidor, e não pra usuários. Ora, já cansei desse discurso, quando há um questionamento simples a respeito de melhor ou pior, não adianta responder politicamente que depende. Depende uma ova!

 Quando se analisa algo, tem que usar a razão, ciência, e estatística é simples, analise:

  • Qual deles é mais seguro?
    • Quantas vezes você já precisou rodar alguma ferramenta como anti-virus, combofix ou algo do gênero?
    • Você tem confiança de acessar seu e-mail conta bancária ou outros em qualquer computador com este sistema?
    • Qual deles possui mais falhas de segurança divulgadas?
  • Qual deles um usuário consegue estragar mais rápido?
    • Quantas vezes você já viu alguém apagando um arquivo que não devia comprometendo o sistema?
    • Qual deles possui melhor controle sobre os arquivos e funções críticas do sistema?
    • Quanto tempo você consegue utilizar o sistema sem precisar formatar o HD?
  • Quanto você paga pelo sistema e atualizações que está utilizando?
  • Se você precisar modificar algo peculiar para o funcionamento de algo incomum, em qual deles você é livre para fazê-lo?
  • Se você gostaria de saber como funciona um SO qual deles você pode estudar o funcionamento?
  • e por aí vai...

Hoje também escutei que o Windows é mais intuitivo, e por isso melhor para usuários. Baseado em que dizem isso? Eu digo que a facilidade de aprendizado está diretamente relacionado ao que você já conhece. Dei exemplos muito claros a respeito, como por exemplo de alguns países onde o Windows tem uso muito restrito. Ou também da dificuldade que presenciei de um professor que é fera em programação com a IDE eclipse, uma das mais populares atualmente; ele preferia editar o código fonte manualmente e compilar via linha de comando!

Pausada a discussão, o professor que manipulava a máquina reclamou das modificações do MSOffice 2007, e eu disse "O Office 2007 é mais intuitivo". O professor não concordou, mas quando eu disse "Se você deixar uma criança mexer no 2007 e no 2003 a criança se sairá melhor no 2007", ele concordou. Portanto o meu argumento fechou a questão; aquilo com o que você está mais acostumado é o mais fácil e mais intuitivo.

Em uma outra discussão, essa online, alguém me disse que o Linux não tinha bons jogos, o que já não é verdade. E mesmo eu não tendo o hábito de jogar, resolvi retrucar, pois já tinha ouvido pessoas que utilizam o Linux e jogam, dizerem que os jogos mesmo emulados através do Wine, no Linux, rodam mais rápido que no Windows. Além do mais, a oferta de bons jogos não faz um sistema ser melhor. Essa é uma outra questão, por o Windows ser mais difundido no Brasil, e ser a Microsoft também uma das empresas que mais produzem jogos no mundo, utilizando sempre tecnologias próprias e fechadas!

É natural a resistência das pessoas para com as mudanças e coisas novas. Mas devemos nos treinar a sempre sair da zona de conforto e aprender mais, para só então poder criticar com recursos. É também complicado aprender sobre uma novidade quando você depende dela como ferramenta de trabalho, e não pode abdicar de uma vez, ouço isso direto "Gostaria de saber mais sobre o Linux, porém não tenho tempo/paciência/possibilidade de aprender". Porém agora você poderá utilizar de mais um recurso inovador, testar o Ubuntu online, sem precisar baixar ou instalar na máquina.

Dê uma chance para quem está correndo atrás das suas necessidades, e se adapta ao usuário, e não o contrário; Dê preferência para quem valoriza a padronização e a liberdade, e não retrai sua tecnologia como forma de segurar o usuário; parece até que estão dando o golpe da barriga!

Por ser livre para escolher é que hoje comemoro, e digo, sou dependente Ubuntu! Experimente!

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Assunto: Software | Comentários(0) | Postado por André EXPANDIR
ABR 19 2011
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Um trânsito mais gentil só depende de educação

A seguradora Porto Seguro lançou uma campanha muito legal titulada "trânsito mais gentil", e está distribuindo adesivos e promovendo propagandas de conscientização, veja: 

 

 

O meu preferido é este do Jackson Five, ilário... 

 

Esta campanha tem uma página onde você pode obter mais informações como dicas, toques para celular da campanha, papéis de parede. Inclusive há uma interessante pesquisa sobre a influência das música sobre os motoristas. Uma pena que só mostram locais para a retirada de adesivos em São Paulo, mas nas demais localidades da seguradora também é possível obtê-lo.

Agora falando sobre o que interessa, um trânsito melhor é realmente um trânsito mais educado. Lembro-me bem de quando eu visitei os Estados Unidos, onde tive a oportunidade de dirigir lá, e sentir na pele como é diferente conviver num ambiente em que as pessoas educadas são maioria.

Apesar de o trânsito lá ter algumas regras muito estranhas para mim, um brasileiro, percebi com o tempo que com educação o trânsito lá que me pareceu a primeira vista enrolado, na verdade é mais ágil e flui melhor.

Quem não sabe do que estou falando já deve estar imaginando "mas é claro, lá existem mais vias, etc..." porém isso é um equívoco, nem todas as vias têm 3 pistas de cada lado. Para mim, o que faz o trânsito lá fluir sem estresse é a uniformidade com que as pessoas dirigem, numa rodovia onde a velocidade máxima é 80 milhas, todo mundo anda muito perto das 80 milhas, então ninguém perde tempo com ultrapassagens. Isso é bom também porque dá pra saber a hora que vai chegar ao destino.

Nas avenidas onde há mão e contra-mão, é possível fazer conversões à esquerda, mesmo com o fluxo do lado contrário ocorrendo, mas é claro, isso requer respeito e educação. Nos Estados Unidos também não há necessidade de os sinaleiros indicarem exatamente quando você pode arrancar ou não, aqui no Brasil existem as faixas duplas, onde muitas vezes o sinal libera para uma das faixas, principalmente para conversões à direita, lá isso não seria necessário, imagino que pra eles isso já é óbvio, então eles tomam cuidado e seguem!

Agora o que realmente prova a minha teoria da educação no trânsito, é o arranque nas esquinas e cruzamentos. Lá reza a regra de quem chega primeiro, sai primeiro, não existe preferencial. Pra começo de conversa, quase todo mundo lá para no "STOP", ou no mínimo reduz drasticamente a velocidade para verificar se existe algum carro já parado. A partir deste ponto, você verifica se há algum carro que chegou depois de você, e só arranca depois que todos os carros que já estavam no cruzamento tenham arrancado, a não ser que o outro te dê passagem.

Como é de se esperar quando alguém te faz uma gentileza, as pessoas nos Estados Unidos agradecem o gesto levantando a palma da mão, nem mesmo incomodam os outros com a buzina!

A educação e os gestos de agradecimento também estão presentes nas conversões esquisitas à esquerda, nas saídas de estacionamentos, na redução da velocidade para que dê tempo do outro fazer a manobra, e por aí vai...

Porém ninguém gosta de ser desrespeitado, fica difícil respeitar os outros quando a toda hora você se sente desrespeitado. É por isso que quando eu cheguei dos Estados Unidos eu fazia mais destes gestos, e com o tempo, a convivência no ambiente hostil faz você se tornar mais um. Temos que a toda hora controlar os nervos, a opção que nos resta é colocar uma música calma e arrumar um ar-condicionado!

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Assunto: Geral | Comentários(0) | Postado por André EXPANDIR

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