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AGO 06 2013
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O potencial que o Android tem de 'mexer' com o Desktop Linux

Este é um artigo traduzido livremente desta fonte. A bastante tempo queria colocar estes dados aqui, mas o tempo é curto. Veja e opine:

Aplicativos Android em Linux muda tudo

Com a notícia de que o kernel do Linux vai ter compatibilidade com o Android, tem crescido um sentimento de que os apps Android estarão em casa no ambiente de trabalho Linux.

Neste artigo, vou mergulhar em como a compatibilidade Android pode afetar o ambiente de trabalho Linux e também no que podemos ver acontecer em um futuro próximo. Enquanto a notícia da compatibilidade Android pode parecer sem importância para o usuário Linux casual, ele poderia significar grandes oportunidades para desenvolvedores do Android.

Android em seu desktop

Quando a notícia da compatibilidade Android foi anunciada, eu imediatamente ouvi, de desenvolvedores Android, que isso é uma oportunidade para as aplicações destes poderem rodar no desktop Linux.

Obviamente, vai haver muitos aplicativos desenvolvidos para o Android que não vão rodar em Linux por causa do sistema de janelas X . No longo prazo, no entanto, eu acho que haverá muitas aplicações interessantes para Android que rodarão no Linux sem grandes modificações.

Então, o que tem de interessante nisso? A resposta é simples - mais software significa mais escolhas. E mais escolhas se traduzem em mais recém-chegados ao Linux, atraídos por nomes e softwares familiares que já conhecem de seus telefones Android.

Voltando à questão do desenvolvimento Android, vejo muitas aplicações para tablet prontos para encontrar um espaço nas lojas de aplicativos como o Ubuntu Software Center. São decisões como esta - feitas por ambos os desenvolvedores do kernel e Google igualmente - que vão atrair grandes dividendos com a adoção de mais usuários e assim por diante.

A porta de entrada para aplicações proprietárias

Photoshop Touch para Android não só é realidade, como funciona muito bem. Agora, considere a possibilidade de um título como o Photoshop chegando ao desktop Linux? Graças ao código do Android, agora empacotado no kernel, não vejo nenhuma razão para que futuras versões do Photoshop Touch não cheguem ao desktop Linux.

Obviamente, a versão atual do Photoshop Touch é um aplicativo desenhado para telas a toque. Por isso, não muito agradável de usar, sem uma tela sensível ao toque de fato. Mas quem disse que a próxima versão não pode ter a opção de trabalhar com ambos, tela ou mouse? Graças ao Android, as aplicações existentes podem ser expandidas para o espaço Linux, a Adobe deve querer que sim.

Claro, isso levanta a questão maior: estão os aplicativos proprietários em uma posição onde a portabilidade de software faz sentido no ambiente Linux? Sim, eu acredito que com essa inclusão do Android, começaremos a ver uma enxurrada de novos aplicativos proprietários fazendo o seu caminho para o desktop Linux. Eu também acredito que vamos ter um sobressalto em novos usuários.

Dito isto, lá vem problema - eu geralmente prefiro usar aplicativos com licenças FoSS na minha máquina Linux. Não que eu me considera um "puritano FoSS", mas sim porque eu não gosto das travas que alguns distribuidores impõem. Em geral, é impraticável e é muita dominação pro meu gosto.

Pior ainda, essa inclusão do Android no Linux poderia simplesmente empurrar ainda mais o domínio do Chrome OS/Android no ambiente desktop, deixando outras distribuições sozinhas no escuro. Bem, pelo menos essa é a teoria que eu ouvi de alguns mais "preocupados" entusiastas Linux por aí.

Paranoia de lado, não é provável que haja essa conspiração do Google tentando ganhar mais consumidores para seus produtos.

O fator DDG

Eu acho que a longo prazo, os apps Android vão encontrar mercado no desktop Linux, depois que o breve período de adoção passar. Quando isso acontecer, conteúdo adicional baseado em DDG provavelmente será disponibilizado a todos os usuários do Linux, e não apenas para os que executam o Android ou Chrome OS.

Lembrando que, enquanto ainda temos acesso zero a opções como o Netflix no Linux, atualmente ele está disponível no Chrome OS. Então, nós sabemos que esse tipo de conteúdo, por meio de sistemas operacionais do Google, é possível.

E o que é realmente legal, é que aqueles que não optarem por usar DDG não serão obrigados. Simplesmente evitar o Flash e o navegador Chrome (não o Chrome OS) são um bom ponto de partida para esta perspectiva.

E aqueles que querem ter acesso aos meios de comunicação que este DDG permite, pode finalmente ter a liberdade de tomar essa decisão em um sistema operacional de sua escolha. Isso vai gerar alguns debates interessantes no futuro próximo. Argumentos sobre a liberdade em software provavelmente só vão crescer mais aquecidos a partir disto.

Android + Google Play = Usuários Feliz

O Google não está tentando encurralar todos em sua plataforma exclusiva proprietária. O Google está mais do que feliz em capturá-lo em seus outros portais, como o Google Play, por exemplo.

Quando se considera o fato de que os apps Android são capazes de rodar no desktop Linux, percebe-se que valia de alargar a base crescente do Google de usuários do Android. Isso significa que opções como Google Play em breve serão viáveis (DDG e qualquer outro). Música, filmes e muito mais estarão disponíveis para usuários de todas as plataformas usando o Google Play.

A compatibilidade Android no kernel Linux entra em ação quando os usuários de Linux querem desfrutar de aplicações Android a partir de suas contas no Google Play. Embora esta não seja a única maneira de desfrutar do Android em seu desktop, o Google já tomou rumo ao torná-lo muito fácil de acessar.

Pessoalmente, acredito que a maior parte da adoção Android, que terá lugar no desktop Linux irá suceder através do Google Play.

Android encabeçando o desenvolvimento de software

Uma área que permanece obscura para mim, é a tentativa de determinar como os aplicativos Android no desktop Linux afetam o desenvolvimento de novas aplicações.

Desenvolvimento de novos softwares se traduzem em coisas novas para mim brincar. No entanto, a verdadeira questão é se estas novas aplicações serão projetadas apenas para tablets e telefones Android, ou para uma experiência desktop igualmente.

E é aí que reside o problema. Mesmo com todas essas ótimas aplicações Android caminhando para o desktop Linux, será que o fato, de elas serem projetadas para a interface de toque, se tornarão um problema?

Eu não posso ajudar a não ser em pensar que todos os aplicativos Android que caminharem para o desktop Linux poderão enfrentar uma árdua batalha.

Aplicativos nativos são mais naturais

Uma questão que me intriga: ??como os apps Android se sairão contra as aplicações que já usamos no desktop Linux?

Pense nisso desta maneira: estamos propensos a substituir as aplicações que já funcionam bem? Não é muito provável, já que muitas aplicações rodando nativamente, como o Thunderbird ou LibreOffice , já funcionam bem e são projetados para um ambiente de teclado/mouse.

No fim das contas, vejo aplicações Android apresentando um complemento interessante para uma já forte biblioteca de aplicações FoSS suportados nativamente para Linux. O que acho é que, qualquer benefício que a compatibilidade Android agregue ao desktop Linux, será bem vinda.

No entanto, quando tudo estiver dito e feito, o Android provavelmente não vai mudar a forma como os entusiastas do Linux já desfrutam em sua experiência no desktop.

Meus Comentários

Como se trata já de um artigo antigo (para os padrões atuais de mudança), algumas das mudanças e previsões que o autor fez já são realidade. Dentre as mais evidentes, agora o Google Play vende conteúdos multimídia, livros e afins. Além disso a massiva adoção do Android em smartphones é maior a cada dia, no mundo inteiro! Grande parte desse sucesso é devido à liberdade que os entusiastas têm de brincar com seus dispositivos...

Em relação ao entrave do sistema X, ele pode estar com os dias contados, pois a Canonical já deu início ao projeto MIR, que pretende substituir este já ancião e amado servidor de janelas, no intuito de unificar as realidades desktop e mobile, para uma melhor integração de aplicativos.

Além disso, a Canonical também alavancou o projeto de crowfunding intitulado Ubuntu Edge, que visa dar corpo ao chamado "convergência", um conceito que exprime a tendência de que os computadores se tornam cada vez mais portáteis, portanto desktop e mobile tendem a ser um só.

É, realmente grandes mudanças estão por vir, o que não é novidade no meio software livre. Fica claro que as pressões por mudanças ocorrem por todas as bordas, e não só o Android se aproxima do desktop, mas o desktop de certa forma migra para o mobile. Basta esperar para ver aonde será o ponto de equilíbrio!

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Assunto: Software | Comentários(0) | Postado por André EXPANDIR
AGO 01 2013
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Transformar imagens em PDF no Linux - Do basico ao acabamento...

Essa é pra você que precisa documentar imagens digitalizadas por escâner ou foto. O foco é tratar adequadamente, em especial as imagens mais improváveis, as tiradas com câmeras sem muito critério, mas serve para todos os casos...

 

Os programas utilizados foram o Fotoxx, o Pinta e o convert; também aparece o KolourPaint. Todos estes podem ser encontrados nos repositórios do Ubuntu, o convert já vem instalado por padrão inclusive, mas as versões mais atuais estão nas páginas oficiais destes... Veja:

Esta postagem vai ser bem objetiva mesmo! Pra gastar seu tempo apenas com o vídeo. Até.

 

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Assunto: Software | Comentários(0) | Postado por André EXPANDIR
OUT 01 2012
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Crítica Ambiental, qual é o nosso problema mesmo?

No momento a palavra da moda é Sustentabilidade, e muitas empresas, pessoas e até políticos dizem praticá-la; mas será que eles estão a par do que este conceito realmente significa? Duvido, muitas pessoas não sabem sequer que destino que têm seu lixo doméstico, quanto mais controlam de onde vêm e para onde vai tudo o que de alguma forma consomem.

Numa esfera mais ampla, podemos dizer que o mundo não é sustentável, na atualidade não temos o controle do ciclo de consumo que envolve nossas vidas e interfere no equilíbrio dinâmico da natureza, nosso lar. Nem mesmo a ciência está por dentro de todas as minúcias que envolvem o ciclo dos materiais e da vida, não há consenso, muitos esforços têm sido feitos para que se chegue à sustentabilidade, este conceito volátil, mas na minha opinião ainda temos uma longa longa caminhada, com muito aprendizado e acima de tudo sacrifício.

Convido você a ver duas opiniões bem distintas a respeito de um tema comum, a pressão que a vida humana têm feito sob nosso habit, o planeta terra. De antemão já digo que não acredito que poderemos viver e ocupar um espaço neste mundão sem interferir, ou seja, sem fazer parte do ciclo, sem ter peso sobre ele; o ideal é que tudo tenha seu devido lugar, simpatizo bastante com o conceito de lixo é alimento, do qual já fiz postagens anteriormente, veja!

Não Há Amanhã - There's No Tomorrow (2012)

Com forte crítica ao uso insustentável de combustíveis fósseis, o vídeo There's No Tomorrow tem uma "cara" científica e didática, pela exposição de vários dados, mas não cita suas fontes, o que o descaracteriza como tal. Além disso, é bastante pessimista, o que na verdade é a maior "arma" utilizada neste para torná-lo extremamente apelativo.

Uma das coisas que mais me chama a atenção, é o total descrédito em relação a todas as soluções levantadas por outrem aos problemas da utilização dos combustíveis fósseis, o dissertado é que nem a tecnologia nem a educação são capazes de resolver o caso, e não mostra qual seria uma possível solução. Vejamos portanto uma outra opinião.

Este vídeo, a algum tempo atrás, ganhou parte das redes sociais e também de alguns blogs, creio eu que pela forte quebra da "narrativa das questões climáticas padrão". Aqueles que tiveram a coragem de defender sua opinião favorável à do Professor Ricardo postaram, e também aqueles que tinham algo a dizer oposto, criticaram.

Ricardo Augusto Felicio no programa do Jô

Aquecimento Global "A FARSA" - Palestra Prof. USP

 

Outra coisa que pode ter feito a entrevista do Professor Ricardo no Programa do Jô um sucesso, é que ele tem certo talento para o humor irônico, o que gerou um bom papo com o Jô. Diferente da outra visão, o Professor fala com mais propriedade, apesar de em alguns casos escorregar feio nos conceitos (dizendo que o efeito estufa não existe, sendo que o efeito é de suma importância para a vida no planeta) e também supor que Dobson já sabia que em alguns momentos a camada de ozônio deixava de existir.

Além desses problemas na dissertação do Professor, esse "ar" de teoria da conspiração, dizendo que empresas que querem aumentar seus lucros sob este argumento, etc., descredita de alguma forma o que ele fala. Na minha opinião, o consumismo está aí, não há necessidade de empresas gastarem com cientistas para vender mais, existem várias outros métodos que têm efeito comprovado no aumento de vendas, como o apelo ao design e propaganda. Um outro ponto, é que equipamentos refrigerantes modernos são comprovadamente mais eficientes e econômicos, gastam menos energia e ao longo prazo custam menos ao consumidor.

Agora na minha opinião, o ponto chave a se ponderar, é o microclima nas cidades. Não adianta discutir tanto sobre algo que ninguém pode deliberar, e se tem um ponto em que nós concordamos, é de que ainda há muito o que se estudar, pesquisar e aprender; o clima global para nós ainda é um mistério, assim como grande parte das profundezas do oceano. Porém, muito já se sabe, e é claro, sobre as áreas que influenciamos mais diretamente, o local em que assentamos nossas casas, dispensamos nosso lixo e respiramos, é óbvio, há muito o que melhorar!

A respeito da palestra do Professor Ricardo, para você que teve interesse e paciência para assistir, já que ela dura mais de duas horas, posso dizer que ele tem o defeito de citar trechos muito específicos de documentos do IPCC, sem se preocupar com o contexto, parece até que ele tem uma rixa com esse pessoal, e ele combate apenas a visão do "aquecimento global", não traz nenhum detalhe em relação às mudanças mais localizadas. É um problema grave estas citações pontuais, me lembra inclusive de ateus ou outros que citam pedaços específicos da bíblia de acordo com suas conveniências, sem levar em conta o contexto geral.

Como conclusão, diria que a educação e tecnologia são sim a solução para a maioria de nossos problemas, elas estão estreitamente relacionadas; a tecnologia fez o homem parar de se deslocar para ter alimento, é responsável pelo controle do fogo e todas as coisas que dependem dele para serem feitas, muda processos que influenciam inclusive a motivação dos seres humanos. É muito poder para ser descartado, a educação então, é a base de tudo!

No meio de tudo isso, temos que focar no que realmente nos interessa! Viver bem e com conforto é algo bastante genérico. Qual é mesmo o nosso problema? As enchentes? As doenças urbanas? O trânsito engarrafado? As desigualdades sociais? Para tudo isso o conceito de sustentabilidade é útil, é bom fazermos uma lista de prioridades logo! Acredito que as mudanças devem vir de dentro para fora, o que devemos mudar, o futuro ou o presente?

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Assunto: Eco | Comentários(0) | Postado por André EXPANDIR

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